segunda-feira, 17 de junho de 2013

"O Filme Tomates verdes fritos...anos 90!"

 "Um filme sobre a vida e cheia de emoção.....amei este filme nos anos 90!"


Um filme simples, mas que encanta com sua simplicidade. "Tomates Verdes Fritos" traz uma história sutil sobre amor e amizade, contada de uma forma bastante atraente.
O trunfo do filme, para quem assistiu e pode perceber, está no fato de desenvolver a história de uma forma bastante sutil. Independente do tipo de relação que Ruth e Idgie constroem, a ênfase é dada apenas ao sentimento que as une. Até mesmo a antipatia que as duas mulheres despertam em habitantes mais conservadores da cidade não está ligada ao fato das duas estarem juntas, mas sim por elas tratarem com igualdade todos os excluídos da sociedade de então.
A história faz chorar várias vezes e tem algumas passagens realmente impróprias para menores de 14 anos. Trata essencialmente de coragem: coragem de superar perdas, de quebrar tabus, de enfrentar preconceitos de várias cores e tamanhos e também de se permitir uma boa amizade. A gente alterna riso e choro com muita facilidade, graças ao trabalho de três gerações de atrizes: Jessica Tandy, Kathy Bates, Mary Stuart Masterson e Mary-Louise Parker. O trabalho delas é de encher os olhos, quase não se sente passar as duas horas do filme.
Nem fotografia extraordinária, nem trilha sonora espetacular ou até mesmo uma direção primorosa. Não que esses aspectos não estejam bastante bem coordenados, mas o que detém a atenção, independente de outras coisas, é mesmo a trama propriamente dita. Assim como o personagem de Evelyn, nos vemos cada vez mais envolvidos na história de Ruth e Idgie, sempre querendo saber o que mais aconteceu. A responsabilidade por tornar os personagens envolventes coube perfeitamente às atrizes escaladas para viverem as protagonistas. Mary Stuart Masterson, apesar de permanecer até hoje um talento desconhecido do grande público, dá vida lindamente à Idgie e Mary-Louise Parker constrói uma Ruth complexa, simultaneamente forte e extremamente frágil. As veteranas Kathy Bates e Jessica Tandy dispensam defesas. A elas, inclusive, coube a maioria das indicações a prêmios levadas pelo filme.

"....Conhecimento sobre a vida...! "

TERRA, Nosso Mundo! 


Por Adelvair David

A Terra é a casa abençoada concedida por Deus a nós, espíritos em ascensão, para a nossa evolução.
Quando observamos as loucuras e irresponsabilidades, a forma como está sendo tratada a natureza, ficamos horrorizados e lamentamos, protestamos e gritamos. O que é preciso entender é que o nosso planeta é problema de cada um, não somente dos depredadores.
Existe três medidas urgentes, no nosso entendimento, que é preciso empreender para que o futuro nos aguarde em equilibro.
A primeira delas é a consciência. É necessário adquiri-la em relação ao que o mundo representa para nós, das maravilhosas ações da natureza em nosso benefício, de tudo que está à nossa volta, permitido por Deus atendendo a todas as nossas necessidades. Tudo o que existe nela foi criado para que nós, seres humanos, pudéssemos ter uma vida plena sem nada faltar. A Terra é um mundo esplendoroso, florindo por todos os lados, joga-se óleo aqui ela se levanta ali, atira-se detritos acolá ela verdeja entre as pedras e recupera-se outra vez, nos mostrando que a natureza é vida, e da parte do criador, tudo concorrerá para que seja sempre assim.
A segunda medida é a determinação. Estamos determinados a que? Será que somos os que acreditam que o problema do mundo é dos governantes, das organizações de proteção à natureza? Não, o problema da Terra é nosso, de cada um de nós, por isso, é preciso estar determinados a fazer algo em benefício dela, a nossa parte. Quem aceita um delito dito pequeno como normal deixará passar um grande despercebido. É urgente a necessidade de nos mobilizarmos individualmente para reverter os golpes desferidos contra a vida no nosso planeta. Não é hora de condenar o mundo, que para muitos não tem mais jeito, é momento de ampará-lo com a nossa responsabilidade em cada ato.
A terceira medida é o comprometimento. É preciso lembrar que em relação à vida, somos nós e o mundo, e não os outros e o mundo. Aqui reproduzimos o pensamento de Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo”. Se a consciência nos chama a observar o que não vai bem na lida com o planeta, é hora de nos comprometermos com a doação real, a de nós mesmos. Se existe o problema da falta de respeito em relação ao bem planetário, esse mal está dentro de nós, somos aqueles que sempre receberam muito desse mundo e pouco retribuímos. Temos o regaço materno, o refúgio do corpo, o calor do berço, o conforto do lar, o apoio do alfabeto, a luz do conhecimento, a alegria do trabalho, a riqueza da experiência, o amparo das afeições, só não temos sabido ainda manifestar gratidão.
As teorias não resolvem muito, nossos protestos apenas chamam a atenção, mas o que efetivamente pode construir um mundo mais humano, feliz, preservado e harmonioso é a nossa opção definitiva pelo amor, quem ama é incapaz de fazer o mal ao mundo e ao próximo.
Conscientes do maravilhoso mundo em que vivemos, determinados a lutar por ele a partir de nossos próprios atos e comprometidos com a própria mudança empreendendo esforços dentro e fora de nós, com certeza teremos um presente mais ameno e um futuro promissor para nós e para o mundo que nos foi dado por Deus. Sob a tutela de Jesus temos sido abençoados com o dom da vida em toda parte.

Pela nossa Terra, ESFORÇOS SEM EXITAÇÃO e AÇÃO COM AMOR.






sábado, 15 de junho de 2013

" Conhecendo o Rio Jordão Israel "



HIDROGRAFIA
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Rio Jordão: (hebraico: נהר הירדן, nehar hayarden; árabe: nahr al-urdun) Um dos mais importantes rios da terra santa, faz a fronteira entre Israel e Jordânia. Jordão significa aquele que desce ou também lugar onde se desce (bebedour).
Nascente: Nasce na encosta do monte Hérmon na Jordânia.
Leito: atravessa os Lago Hulé e segue depois até ao Mar da Galileia.
Foz: Desagua no mar morto.
Importância: Segundo a Bíblia Hebráica, o povo de Israel atravessou o rio Jordão a seco.
Por intermédio de Eliseu, segundo a Biblia Hebraica, houve dois milagres no Jordão : a cura de Naaman por ter mergulhado sete vezes no rio; e fez flutuar um machado (II Reis 5:14, 6:6).
Outra história bíblica deste rio é que de acordo com os Evangelhos, João Baptista desenvolveu a sua pregação nas proximidades do Jordão, onde Jesus foi baptizado e não terá sido longe daí que decorreu o período das suas tentações.
Hoje em dia o rio jordão é uma das maiores fontes de água de Israel.
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FONTE: (http://pt.wikipedia.org.........., 2009)
Rio Jarmuque: O rio Jarmuque (Árabe: "nahr al-yarmuk"; hebreu: נהר הירמוך, "nehar hayarmukh"; grego: Hieromax) é um dos principais afluentes do rio Jordão e forma o limite meridional das colinas de Golã.
Rio Quison: (Rio Quisom נחל קישון(em hebraico Quichón)
Nascente: Perto da cidade de Jenin, Cisjordânia.
Tem cerca de 70km de comprimento, e a maior parte de rio passa no vale de Jezrael. O rio chega ao Mar Mediterrâneo na região perto de Monte Carmelo.

(CATEGORIA: RIOS DE ISRAEL, 2009)




" Conhecendo a TORÁ "



 A INTERPRETAÇÃO DA TORÁ NA HISTÓRIA

“a Lei judaica nunca foi estática; ela continuou mudando e crescendo em cada geração”
(Kolatch, 1981)

Kolatch afirma que para os judeus da atualidade a Lei Mosaica não se constitui como a 
única fonte dos costumes judaicos – ela é o fundamento, porém não a estrutura. Kolatch diz 
que os rabinos estão cientes da influência dos costumes locais na formação da conduta do 
povo judeu (Kolatch, 2007).
Os estudiosos da Torá nem sempre estiveram de acordo com a interpretação da 
mesma. Uma breve leitura dos evangelhos nos revela que nos tempos de Jesus Cristo já 
existiam divergências de opiniões acerca de seus ensinamentos. Um exemplo clássico está 
registrado nos evangelhos e revela a divergência de opiniões existente entre saduceus e 
fariseus. Ambos eram grupos de religiosos que em vários pontos da Lei possuíam 
interpretações bem divergentes.

Resumo:

O presente artigo é uma contribuição introdutória para que possamos conhecer um pouco do 
processo de transformação da hermenêutica judaica como fruto da criação de novos sistemas e 
práticas religiosas durante a sua história. Este conhecimento nos é importante na medida em 
que, a partir dele, podemos compreender melhor o comportamento e cultura dos judeus na 
atualidade bem como conhecer melhor suas práticas em tempos remotos, o que, como 
conseqüência, nos ajudará a compreender melhor a cultura do texto bíblico.
Palavras Chaves: Torá, Talmude, Cultura, Hermenêutica, Judeus. 


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ELLISEN, Stanley. Conheça melhor o Antigo Testamento. São Paulo: Editora Vida, 1999.













"...Mais curiosidades - História"

Judeus, Hebreus, Sionistas, Israelenses e Israelitas. Quem é quem?

Isto foi explicado e clarificado por algumas das organizações que verdadeiramente representam a posição do Judaísmo histórico no mundo atual, como Satmar Hassidic e Neturei Karta.
 Alguns anos depois da composição deste artigo, encontrei uma interessante explicação sobre este tópico publicada pelo Centro Virtual Cervantes de Língua Espanhola, que confirma o ponto de vista exposto neste artigo.
2 – Israelitas: Adjetivo. Termo proveniente da Bíblia, com que se tem designado historicamente o povo judeu.
 3 – Hebreus: Do latim Hebraeus, e este do hebraico ‘ibri, e este talvez proveniente do acádio hapirum, pária, vagabundo, transumante. Adjetivo. Designação histórica de um povo nómada do deserto, oriundo do Médio Oriente. Os hebreus são uma etnia, raça ou povo, com padrões genéticos e características físicas próprias e distintas de outros povos. Assume-se geralmente que a maioria dos hebreus praticam o Judaísmo, mas a verdade é que uma grande parte não são judeus, hoje em dia, talvez a maioria. E tal como atualmente a maioria dos muçulmanos não são árabes, muitos judeus não são hebreus, como também muitos hebreus não são judeus, mas sim ateus, cristãos, sionistas, comunistas ou muçulmanos.
Pode-se ser hebreu sem ser judeu, não praticando o Judaísmo; e se pode ser judeu sem ser hebreu, através da conversão ao Judaísmo, sendo de outra raça qualquer, como no caso das comunidades negras de judeus na Etiópia.
4 – Sionista: Adjetivo. É a pessoa que adere ao movimento político do Sionismo, um movimento nacional socialista hebraico originado por descendentes de judeus europeus (ashkenazis), que se tornaram laicos ou apostataram do Judaísmo, cujo objetivo fundamental, após a queda do Terceiro Reich no século XX, foi a colonização forçada da Palestina para fundar aí um Estado hebraico, a qual se levou a cabo mediante repressão e assassinatos, uma vez que Palestina nunca esteve desabitada. De início este movimento foi seriamente resistido no mundo judeu e os rabinos ortodoxos o declararam “um partido ou seita herege, apóstata e anti-judeu”. Atualmente o acusam de racista por professar uma ideologia de ódio aos árabes e de praticar o genocídio e limpeza étnica na Palestina. Os kibuts “socialistas”, tão publicitados nos anos 60, 70 e 80, foram uma forma de enganar a população, propondo no início uma convivência idealista que os palestinos lamentavelmente aceitaram, pois sentiram que as suas condições de vida iriam melhorar. O Sionismo foi racista e supremacista desde o início. Sua plataforma política implica o extermínio ou deportação dos não israelenses (pt, israelitas), sejam ou não judeus, para conseguir a criação do “Grande Israel”, que abrangeria parte de Síria e outras nações limítrofes, como se pode entender das declarações dos seus principais líderes e ideólogos, como Ben Gurión e Golda Meir.
judeus
O movimento sionista começou então uma forte propaganda política entre as comunidades judaicas do mundo, agitando o fantasma do anti-semitismo e assegurando que nenhum judeu está seguro fora de Israel. O movimento foi ganhando adeptos entre os hebreus e algumas comunidades de judeus, que foram abandonando os princípios do Judaísmo e substituindo a lealdade a Deus e à sua religião histórica pela lealdade política a um Estado.

5 – Israelense(1) : Adjetivo. Cidadão habitante e leal ao Estado de Israel. Não se deve confundir com o adjetivo  “israelita”, que ainda hoje se utiliza para se designar os judeus.
Conclusão: Uma pessoa pode ser hebréia, sionista e israelense. Pode ser cristã, chinesa e sionista. Uma pessoa pode ser israelense, cristã e de origem ariana. Mas jamais pode ser judeu e sionista simultaneamente, porque os fundamentos do Judaísmo e do Sionismo contradizem-se, como explicam as organizações de judeus ortodoxos antes mencionadas, que têm esclarecido a diferença fundamental entre Sionismo e Judaísmo: (http://www.nkusa.org/foreign_language/spanish/UASR.cfm).
A ideia de que “judeu” e “sionista” são sinônimos é una falácia inventada pelo movimento sionista para diminuir as comunidades judaicas dispersas pelo mundo e transladá-las  para Palestina, convidando os judeus a desconhecer a proibição de Deus e dos seus sábios, dizendo-lhes que na realidade o Judaísmo não é religião mas sim uma cultura e um conjunto de tradições, o que é absolutamente falso. Engano este que o mundo parece acreditar, inclusive árabes e muçulmanos, chamando judeus aos sionistas e vice-versa.
Por último, à luz do exposto, Israel não pode ser lingüísticamente denominado como um “Estado Judaico“.
A maioria dos hebreus e judeus em geral têm muitas dúvidas sobre tudo o que diz respeito a Israel; alguns estão contra e outros estão a favor da sua existência como Estado, mas são poucos os que defendem Israel sem reservas e justificam os seus crimes. Quanto aos sionistas, a maioria deles não são nem judeus nem de origem hebraica. Inclusive, como é do conhecimento público, as igrejas evangélicas da América Latina são abertamente sionistas.
A reprodução total ou parcial deste artigo está permitida, citando o autor, sob licença de Creative Commons, 2007.
Nota do tradutor: Em português do Brasil e em língua castelhana, a diferença entre israelense (israelí em castelhano) e israelita é facilmente identificada. Em português europeu o termo “israelitas” refere-se aos cidadãos do estado de Israel e também ao termo bíblico referente ao povo judeu. 
Autor: Moámmer Darman al-Muháyir
Fonte: WebIslam
Tradução: Sionismo.net



" O Túmulo de Jesus Cristo....conhecendo a História! "


"....As Histórias e as passagens de Jesus Cristo aqui na Terra, sempre será emocionante em nossa vida....
Se não existisse ele, nunca iríamos saber o que é amor  e o que é a vida.....
Eis aqui, o local onde após a crucificação, Jesus ressuscitou....."

EMOCIONANTE!!!



Túmulo de Jesus - O Propósito

Embora os romanos muitas vezes enterrassem os seus mortos em covas ou catacumbas subterrâneas, o túmulo de Jesus seguia a religião e costumes judaicos. Os israelitas geralmente envolviam os seus mortos em panos de linho com temperos e óleos. Nicodemos usou cerca de 45 kg de especiarias para preparar o corpo de Jesus para o sepultamento (João 19:39). Os sepulcros (túmulos) eram esculpidos em pedra numa encosta ou colocados em cavernas (Gênesis 23:19-20, Marcos 5:5). Porque os corpos mortos eram considerados impuros, os cemitérios ou locais judaicos de sepultamento eram sempre localizados fora das muralhas da cidade. O túmulo de Jesus era perto do Jardim do Getsêmani, nos arredores de Jerusalém (João 19:14). Quão irônico que na morte, o santo e puro Jesus - Deus encarnado – carregou sobre Si a sujeira do pecado da humanidade (Romanos 8:3). 

A morte e ressurreição de Jesus marcam o evento mais significativo em toda a história - literalmente dividindo o tempo ao meio. O plano de Deus é evidente no propósito do túmulo de Jesus.


  • O túmulo foi selado e guardado (Mateus 27:62-66) - Pilatos, os sacerdotes e os fariseus queriam garantir que Jesus não voltaria à vida.
  • Profecias foram cumpridas, glorificando a Deus (Lucas 24:5-8) - Anjos proclamaram o nascimento de Jesus, bem como a Sua ressurreição dentre os mortos.
  • Novo Sepulcro, sem nunca ter sido utilizado antes (Mateus 27:59-60, João 19:41) - José de Arimateia, um reconhecido membro do conselho supremo (Sinédrio), proporcionou o seu próprio sepulcro.
  • Inocência confirmada (Lucas 23:4, 23, 41, 47) - O corpo de criminosos crucificados eram descartados sem cerimônia. Os romanos geralmente deixavam um corpo morto para os animais silvestres, a humilhação final de uma crucificação. O túmulo de Jesus tinha um significado especial tanto para os Seus seguidores quanto para os Seus inimigos.


Túmulo de Jesus – A Pedra
A pedra no túmulo de Jesus serve como um lembrete de outros elementos da vida de Cristo. Quando Satanás tentou Jesus no deserto, ele lhe pediu que tornasse uma pedra em pão (Mateus 4:3). Jesus é o pão da vida (João 6:35), bem como a pedra viva (1 Pedro 2:4). Em Marcos 12:10, Jesus refere-se a Si mesmo como a pedra que os edificadores rejeitaram, a qual se tornou a pedra angular. Se necessário, as pedras clamariam e proclamariam Jesus como o Rei dos Reis (Lucas 19:40). Jesus apareceu diante de Pilatos, o qual estava assentado sobre o trono de julgamento, o Pavimento de pedra (João 19:13). Portanto, não é surpreendente que uma pedra servisse como uma parte importante do túmulo de Jesus. Com a morte de Jesus, a terra tremeu violentamente – as rochas se partiram, os túmulos se abriram e os corpos se levantaram dentre os mortos (Mateus 27:50-54). Este foi certamente um prelúdio das coisas que viriam. 

Para garantir que o túmulo de Jesus. . . e seu conteúdo. . . permanecessem intactos, Pilatos ordenou que uma grande pedra fosse colocada na entrada. Um canal inclinado ajudou os guardas a rolar o pedregulho. Um profundo sulco cortado na rocha na entrada da tumba firmemente assegurou a pedra. A pedido dos chefes dos sacerdotes, Pilatos protegeu ainda mais o túmulo de Jesus ao colocar um selo romano sobre a pedra, posicionando quatro soldados romanos na entrada. Para garantir a segurança máxima, a cada três horas guardas novos e alertos (isto é, não dormindo, assim como indicado em Mateus 28:13) seriam trocados.



Túmulo de Jesus - A Evidência
O sábado tinha acabado, era o terceiro dia, e as mulheres voltaram ao sepulcro de Jesus para ungir o Seu corpo para o sepultamento (Marcos 16:1). É surpreendente que os sacerdotes e fariseus se lembrariam vividamente da predição de Jesus de que Ele iria ressuscitar no terceiro dia (Mateus 27:62-66). Na verdade, a possibilidade os aterrorizava. Quando um anjo do Senhor descia do céu, a terra novamente tremeu violentamente e a pedra foi removida. Como homens mortos, os guardas ficaram paralisados diante do anjo do Senhor. Nem mesmo os subornos dos líderes religiosos ou as mentiras dos soldados poderiam silenciar a prova (Mateus 28:11-15). 

A evidência do túmulo vazio de Jesus permanece para mudar a vida tanto do crente quanto do cético:

"Ele não está aqui!" (Mateus 28:6, Marcos 16:6, Lucas 24:6, João 20:9).



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sexta-feira, 14 de junho de 2013

"...Grupo GREGORIAN !!! "

" Amo todas as músicas.......MAGNÍFICOSSSSSSS......!!! "


Gregorian é um projeto musical alemão, liderado por Frank Peterson, cantando cantos gregorianos inspirados em versões modernas das músicas pop e rock dos anos 60, 70, 80, 90 e 2000. É principalmente produzido pela Nemo Studio e várias outras gravadoras da Europa. Um dos mais bem sucedidos projetos pop de fusão clássica, Gregorian mistura pop e rock com cantos gregorianos. Originalmente, Gregorian foi considerado como mais um grupo pop-oriental no estilo de Enigma. Seguindo esta idéia, foi gravado o álbum de 1991, Sadisfaction, com os vocais feitos pelas cantoras do The Sisters of Oz: Susana Espelleta (que na época era a mulher de Peterson) e Birgit Freud. Entretanto, este foi só um álbum deste estilo, que mais tarde (oito anos depois) conceberia o projeto Gregorian.